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VENEZA

Veneza é linda e com muitas coisas para ser visto, porém com o tempo curto, tivemos que optar. Os deslocamentos em Veneza são a pé ou de barco, o que se traduz em muitas coisa a serem vistas. A pé, pelas ruelas e pontes, a gente anda, se perde e depois se acha novamente e nem sabe como. Mas vale a pena.

De barco, pelo Grand Canalle, que é a “avenida principal” fomos até a Praça de San Marco de manhã cedo. Permanecemos ali várias horas apreciando a arquitetura dos prédios. Desistimos de entrar na Basílica de San Marco, por que a fila era enorme e dentro também era proibido fotografar e filmar. Compramos algumas mídias com as fotos internas.

Em Veneza, o turista é muito bem recebido pelos venezianos. Seja nas lojas, tendas, restaurantes ou hotel. Eles sabem o valor do turismo e se esforçam de todas as maneiras para agradar os visitantes.

Os prédios, na maioria parece que vão cair. Pintura, nem pensar, que dirá uma rebocada. É que isso faz parte do charme de Veneza. Até dizem, que se os prédios fossem reformados, Veneza deixaria de ser Veneza, pois seria igual a uma outra cidade qualquer. Mas alguns prédios mais importantes estão sendo restaurados, tais como palácios e muitos outros são mantidos exatamente do jeito que são, faltando rebocos, pintura e descascando, grades de ferro enferrujadas pela maresia, mas são mantidos em pé.

É este conjunto que torna Veneza incomparável a qualquer outra cidade. Ela é única. Definitivamente, sem semelhanças com mais nenhuma outra. A grande maioria das casas, mesmo com aquela aparência caótica por fora, parecendo que vão cair nos próximos dias, na realidade por dentro ostentam uma conservação, decoração e mobiliários que nos surpreende positivamente. Só vendo mesmo!

Fora isso, existe ocasionalmente a questão das marés altas, o que tem preocupado todos venezianos, pois cada vez que acontecem, tem sido em níveis mais altos. Porém, nos dias em que estivemos lá, a maré estava normal e com fluxo das águas fluía normal pelos canais.

http://www.turismovenezia.it/

http://www.traveladventures.org/continents/europe/venetian-canals.shtml

http://www.aviewoncities.com/venice.htm

MILÃO e o retorno

Na quarta-feira, pela manhã deixamos Veneza, partindo de trem até Milão, onde chegamos à 13h. Milão era a nossa última cidade do roteiro, pois na quinta-feira pela madrugada às 6h, iniciaríamos o nosso retorno para o Brasil, passando novamente por Amsterdam e dali para São Paulo e Porto Alegre.

A viagem de Veneza à Milão é muita bonita também, mas pela rapidez do trem (em torno de 200 km/h) as fotos e filmagens ficam impossíveis. Avistamos ao longe algumas pedreira donde são extraídos o mármore e outras pedras utilizadas nas construções italianas, desde de remotas épocas. 

Em Milão, existem centenas de locais para se ver, coisa para muitos dias. Mas, o único local que fomos visitar foi a Catedral Central, mais conhecida como “Duomo di Milano”. Com o início da construção pelos ano de 1600 levou cerca de 200 anos para ficar pronta. Apresenta uma arquitetura invejável, tanto externa como internamente. Passa por uma constante e criteriosa manutenção, que inclusive, foi prevista e programada pelos seus construtores originais e que é seguindo até hoje, religiosamente.

Chegando a noite resolvemos deixar o hotel e fomos para o aeroporto, distante cerca de 80 km do centro de Milão, trajeto que é feito por ônibus especial, mas que não funciona após a meia noite. Tem táxi, mas custa a bagatela de 80 euros, ou seja uns 240 reais. Em fim, terminamos por dormir no aeroporto mesmo e nem aproveitamos o hotel que havíamos pago. O aeroporto, bem novo e enorme, dentro do conceitos dos novos aeroporto que estão sendo construídos na Europa, apresentam uma funcionalidade inteligente, mas por questões de ruídos e segurança são construídos longe dos grandes centros. Este de Milão, ainda tem um nome que disse tudo em particular para nós, chama-se Malpensa...

As bagagens conseguimos despachar de forma direta até São Paulo e sem a necessidade do check-in em Amsterdam, partindo diretamente para o ponte de embarque. Isso foi bom e prático, pois conseguimos com isso um vôo continuo e no mesmo dia.

Depois de cerca de 12h de vôo chegamos em São Paulo, onde conseguimos antecipar o nosso vôo à Porto Alegre em quatro horas. Chegamos em casa um pouco depois das 20h da mesma quinta-feira.

Como isso foi possível? Embarcamos às 6h da manhã e chegamos no mesmo dia às 20 em casa? Eu não sei. Perguntem ao cara que inventou (ou descobriu) o tal de “fuso horário”.

Mas, tivemos sorte, sem nenhum atraso e excelente tempo.

E, graças à Deus, em casa! - Junto aos nossos amados filhos.

http://www.ciaomilano.it/i/index.asp

http://www.turismo.comune.milano.it/pls/milano/!turismo

http://www.provincia.milano.it/turismo/info_point/index.html

http://interata.squarespace.com/jornal-de-viagem/2006/11/27/duomo-a-catedral-de-milo.html

http://www.sea-aeroportimilano.it/it/malpensa/index.phtml